Artigos com o marcador Reflexão

O maior de todos os médicos

Recebi uma mensagem magnífica, do amigo Manoel Filho (Dedé Bacatela) e que realmente merece publicação e socialização com os amigo webleitores desse espaço.

A mensagem é um pouco longa e relata um discurso lido numa formatura da turma de Medicina da PUC-RS/2010, fazendo uma reflexão maravilhosa sobre o maior de todos os médicos: Deus. Vale a pena ir até o final.

Desde já agradeço as reflexões que Dedé sempre me envia.

Mensagem lida na formatura da turma de Medicina da PUC-PR /2010.

Boa noite a todos!

Hoje estou aqui para prestar uma homenagem ao primeiro, maior e melhor médico da história da humanidade!

12 DEUS é esse médico, o Médico dos médicos, e o mais excelente conhecedor do corpo humano. Todas as células e tecidos, órgãos e sistemas, foram arquitetados por Ele, e Ele entende e conhece a sua criação melhor do que todos.

Que médico mais excelente poderia existir?

Deus é o primeiro CIRURGIÃO da história. A primeira operação? Uma toracoplastia, quando Deus retirou uma das costelas de Adão e dela formou a mulher. Ele também é o primeiro ANESTESISTA, porque antes de retirar aquela costela fez um profundo sono cair sobre o homem.

Deus é o melhor OBSTETRA especialista em fertilização que já existiu! Pois concedeu filhos a Sara, uma mulher que além de estéril, já estava na menopausa havia muito tempo!

Jesus, o filho de Deus, que com Ele é um só, é o primeiro PEDIATRA da história, pois disse: “Deixem vir a mim as crianças, porque delas é o reino de Deus!” Ele também é o maior REUMATOLOGISTA, pois curou um homem que tinha uma mão ressequida, ou, tecnicamente uma osteoartrite das articulações interfalangeanas.

Jesus é o primeiro OFTALMOLOGISTA. Relatou em Jerusalém, o primeiro caso de cura em dois cegos de nascença. Ele também é o primeiro EMERGENCISTA a realizar, literalmente, uma ressuscitação cardio-pulmonar bem sucedida, quando usou como desfibrilador as suas palavras ao dizer: “Lázaro, vem para fora!”, e pelo poder delas, ressuscitou seu amigo que já havia falecido havia 4 dias.

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O Tempo do Advento

advento A palavra “advento” quer dizer “que está para vir”. O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de forte mergulho na liturgia e na mística cristã. É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor, como uma noiva que se enfeita, se prepara para a chegada de seu noivo, seu amado.

O Advento começa às vésperas do Domingo mais próximo do dia 30 de Novembro e vai até as primeiras vésperas do Natal de Jesus contando quatro domingos.

Esse Tempo possui duas características: As duas últimas semanas, dos dias 17 a 24 de dezembro, visam em especial, a preparação para a celebração do Natal, a primeira vinda de Jesus entre nós. Nas duas primeiras semanas, a nossa expectativa se volta para a segunda vinda definitiva e gloriosa de Jesus Cristo, Salvador e Senhor da história, no final dos tempos. Por isto, o Tempo do Advento é um tempo de piedosa e alegre expectativa.

Origem
Há relatos de que o Advento começou a ser vivido entre os séculos IV e VII em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal. No final do século IV na Gália (atual França) e na Espanha tinha caráter ascético com jejum abstinência e duração de 6 semanas como na Quaresma (quaresma de S. Martinho). Este caráter ascético para a preparação do Natal se devia à preparação dos catecúmenos para o batismo na festa da Epifania. Somente no final do século VII, em Roma, é acrescentado o aspecto escatológico do Advento, recordando a segunda vinda do Senhor e passou a ser celebrado durante 5 domingos.

Só após a reforma litúrgica é que o Advento passou a ser celebrado nos seus dois aspectos: a vinda definitiva do Senhor e a preparação para o Natal, mantendo a tradição das 4 semanas. A Igreja entendeu que não podia celebrar a liturgia, sem levar em consideração a sua essencial dimensão escatológica.

Teologia do Advento
O Advento recorda a dimensão histórica da salvação, evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere no caráter missionário da vinda de Cristo. Ao serem aprofundados os textos litúrgicos desse tempo, constata-se na história da humanidade o mistério da vinda do Senhor. Jesus que de fato se encarna e se torna presença salvífica na história, confirmando a promessa e a aliança feita ao povo de Israel. Deus que, ao se fazer carne, plenifica o tempo (Gl 4,4) e torna próximo o Reino (Mc 1,15) . O Advento recorda também o Deus da revelação, Aquele que é, que era e que vem (Ap 1, 4-8), que está sempre realizando a salvação mas cuja consumação se cumprirá no “dia do Senhor”, no final dos tempos. O caráter missionário do Advento se manifesta na Igreja pelo anúncio do Reino e a sua acolhida pelo coração do homem até a manifestação gloriosa de Cristo. As figuras de João Batista e Maria são exemplos concretos da missionariedade de cada cristão, quer preparando o caminho do Senhor, quer levando o Cristo ao irmão para o santificar. Não se pode esquecer que toda a humanidade e a criação vivem em clima de advento, de ansiosa espera da manifestação cada vez mais visível do Reino de Deus.

A celebração do Advento é, portanto, um meio precioso e indispensável para nos ensinar sobre o mistério da salvação e assim termos a Jesus como referencia e fundamento, dispondo-nos a “perder” a vida em favor do anúncio e instalação do Reino.

adventoc Espiritualidade do advento
A liturgia do Advento nos impulsiona a reviver alguns dos valores essenciais cristãos, como a alegria expectante e vigilante, a esperança, a pobreza, a conversão.

Deus é fiel a suas promessas: o Salvador virá; daí a alegre expectativa, que deve nesse tempo, não só ser lembrada, mas vivida, pois aquilo que se espera acontecerá com certeza. Portanto, não se está diante de algo irreal, fictício, passado, mas diante de uma realidade concreta e atual. A esperança da Igreja é a esperança de Israel já realizada em Cristo mas que só se consumará definitivamente na parusia do Senhor. Por isso, o brado da Igreja característico nesse tempo é “Marana tha”! Vem Senhor Jesus!

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O dia em que um sorriso parou São Paulo

Lendo os tweets dos amigos, encontrei uma sugestão de vídeo bem interessante, sobre uma campanha realizada por 11 estações de rádio de São Paulo e promovida pela Brastemp, que tem como intuito retransmitir um ‘spot’ (divulgação) ao mesmo tempo em todas as rádios, convidando os motoristas que estão no trânsito, para sorrir para quem está ao seu lado.

Bem legal a campanha, gostaria de socializar com vocês.

Reflexão cristã: 30° Domingo do Tempo Comum

.30º Domingo do Tempo Comum
Evangelho: (Lc 18, 9-14)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas:

Jesus contou também a seguinte parábola para alguns que confiavam em si mesmos, tendo-se por justos, e desprezavam os outros: “Dois homens subiram ao Templo para orar; um era fariseu, o outro, um cobrador de impostos.

O fariseu rezava, de pé, desta maneira: ‘Ó meu Deus, eu te agradeço por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos, adúlteros, nem mesmo como este cobrador de impostos. Jejuo duas vezes por semana, pago o dízimo de tudo que possuo’.

Mas o cobrador de impostos, parado à distância, nem se atrevia a levantar os olhos para o céu. Batia no peito, dizendo: ‘Ó meu Deus, tem piedade de mim, pecador!’ Eu vos digo: Este voltou justificado para casa e não aquele. Porque todo aquele que se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado”.

COMENTÁRIO
Neste domingo, comemoramos também o Dia Mundial das Missões. Todo cristão, independentemente de sua idade, é um missionário. Todos somos chamados a evangelizar.

orarNo domingo passado, através da parábola da viúva e do juiz injusto, Jesus valorizou oração. Quis mostrar-nos o valor de se rezar sempre, rezar muito e sem esmorecer. No evangelho de hoje, Jesus não fala mais em quantidade de oração, mas sim, na qualidade da oração. Ensina o modo certo de rezar.

O Fariseu era o nome dado ao membro de um partido entre os judeus. Louvava-se por respeitar a lei, em seus mínimos detalhes. Pagava dízimo, até mesmo, de coisas que não eram exigidas. No entanto, observava os mandamentos apenas para se mostrar perante a sociedade. Não agia com humildade, era orgulhoso e arrogante.

A humildade é algo que devemos ter conosco. A oração deve ser a manifestação das nossas. O reconhecimento das nossas culpas e o desejo de não mais errar nos torna fortes para caminhar, nos justifica perante Deus. A oração humilde nos aproxima do Pai.

Por tudo isso, hoje, vamos pedir a Deus que nos dê a humildade do Publicano para que possamos perceber nossa fraqueza e como somos pequenos sem DEUS.

Reflita…

Recebi um e-mail da amiga e ex-aluna Jessica Barthira, com o texto de uma nova campanha publicitária do Citibank, realizada através de outdoors, na cidade de São Paulo. Não sei precisar a veracidade do conteúdo do email, mas a mensagem é muito bacana, principalmente vindo de uma empresa onde o dinheiro é seu core-business (principal objetivo e razão de ser):

amigos-121 “Crie filhos em vez de herdeiros.”

“Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete.”

“Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela.”

“Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama.”

“Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas.”

“Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?”

“Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos.”

“Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas…”

“…e quem sabe assim você seja promovido a melhor (amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!”

“Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos.”

E para terminar, mensagem afixada na parede de uma farmácia: “Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço.”

Reflexão sobre o tempo

Acessando os blogs que leio na internet, achei um post bem interessante no Qualiblog (http://qualiblog.wordpress.com), tratando sobre o tempo.

Gostaria de compartilhar essa reflexão com os webamigos:

Reflexão sobre o tempo

Você já parou para pensar que existe um carrasco chamado tempo? Ele é algoz, desumano, cruel e definitivo.

Estive refletindo a respeito de como usamos o tempo, e no número de vezes que repetimos a frase “não tenho tempo”. Mas a pergunta chave não é “quando terei mais tempo” e sim “quanto tempo mais terei”.

Deixamos projetos pessoais de lado: “Casar, só daqui a uns três anos”, “Não queremos filhos agora”, “Não vou fazer faculdade neste ano”. É claro que a vida precisa de planejamento, mas será que dará tempo de concluir esses projetos?

Negligenciamos o tempo com relação à saúde. Deixamos para ir ao médico apenas quando a manutenção é corretiva, para a preventiva damos pouca importância. Marcamos o check-up para as férias, a dieta para depois do feriado, a caminhada para segunda. Mas será que nossas engrenagens vão esperar?

E a dificuldade que temos em nos reconciliar? Seja com um familiar, amigo ou colega de trabalho que por ventura tenha nos magoado. Às vezes carregamos uma mágoa por tantos anos que no final, nem sabemos mais como a briga começou. Será que teremos tempo pra dizer tudo o que precisa ser dito?

Quantas viagens ficaram para o próximo ano? Aquelas férias maravilhosas, a visita aos parentes de longe que sempre prometemos, mas nunca vamos. A viagem dos sonhos, conhecer a neve, um cruzeiro.

E as roupas e perfumes que compramos para uma ocasião especial? Algumas dessas coisas guardamos por tanto tempo que quando percebemos, nem nos servem mais, saíram de moda ou não fazem mais nosso estilo. E os presentes que ganhamos e nunca abrimos?

Vejo também pessoas que protelam compromissos, sejam reuniões, pagamentos de dívidas, reclamações de consumidor, trocas, devoluções, arquivos. Postergam tanto que a ação perde até o sentido. As datas expiram, o prazo acaba e o conformismo vem.

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A criança e o mendigo…

Gostaria de socializar uma mensagem, que considerei belíssima, e que mesmo podendo não ser real, traz uma reflexão de como somos, e em que (diariamente) nos tornamos.

A mensagem não me veio por email, como spam, vi numa página da net, e gostando muito dela, resolvi compartilhá-la.

Como o texto é longo, vou dividir a postagem, e para ler até o final, clique no botão ‘MAIS >’ no final da mensagem.

A CRIANÇA E O MENDIGO

Éramos a única família no restaurante com uma criança.

Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranquilos, comendo e conversando.

De repente, Daniel gritou animado, dizendo: ‘Olá, amigo!’, batendo na mesa com suas mãozinhas gordas. Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes. Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo.

Eu olhei em volta e vi a razão de seu contentamento.

mendigo Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros, sujo, engordurado e rasgado. Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, sapatos. Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo. Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.

Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal. Suas mãos começaram a se mexer para saudar…

‘Olá, neném. Como está você?’, disse o homem a Daniel.

Minha esposa e eu nos olhamos: ‘Que faremos?’.

Daniel continuou rindo e respondeu, ‘Olá, olá, amigo’.

Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo. O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.

Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê. Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático. Obviamente, ele estava bêbado.

Minha esposa e eu estávamos envergonhados. Comemos em silêncio, menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.

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Para refletir: A marca de amor

Recebi um email do amigo Manoel Filho, com uma reflexão bem interessante e que gostaria de socializar com todos vocês.

Vale a pena, ir até o final da leitura!

A Marca de Amor

menino-andarilho Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.

Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.
A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:
Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.

O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição:
Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ. A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:

- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:
- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade…

A turma estava em silencio atenta a tudo.

O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala.

-… Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente… Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.

Só que quando minha mãe tentou entrar na  casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:
- " Minha filhinha está lá dentro!" Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha…

Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar.

Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito… Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto…

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada então o menino continuou:
Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.

Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.

Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZES.

Não falo da CICATRIZ visível mas das cicatrizes que não se vêem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações.

Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça. Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, pulou em cima da gente, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES.

Essas também são marcas de AMOR.
Jesus te ama, não por quem você é,
mas sim pelo que você é,
e para Jesus você é a pessoa mais importante deste mundo.

Nunca se esqueça disso!

Para refletir: O professor está sempre errado

Recebi uma mensagem bem legal do amigo Cleiton Fernandes, colega de turma do seminário Empretec. Ele sempre me envia emails bem irreverentes, no mínimo interessantes.

Esse em específico, gostaria de socializar aqui no blog, para reflexão com os webamigos:

O professor está sempre errado

professor_usabilidoido

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!

É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.

Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia’.

Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.

Não falta ao colégio, é um ‘caxias’.
Precisa faltar, é um ‘turista’.

Conversa com os outros professores, está ‘malhando’ os alunos.
Não conversa, é um desligado.

Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.

Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.

A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.

Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.

Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a ‘língua’ do aluno, não tem vocabulário.

Exige, é rude.
Elogia, é debochado.

O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu ‘mole’.

É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

Para refletir: É preciso ir além da obrigação…

Recebi há alguns minutos, uma mensagem bem interessante, enviada pelo amigo Miguel Neto.

O texto traz uma situação vivida que nos permite refletir de forma bem profunda sobre a pessoa que nós devemos ser nas nossas atividades diárias, e também, a forma como devemos nos comportar sempre.

O texto fala sobre ética e responsabilidade, de agirmos além do que nos é pedido, de fazermos o que podemos, mesmo um pouco mais do que nos é pago para realizar.

Agradeço ao amigo Miguel pelo envio da reflexão e convido os leitores desse espaço para analisar o texto:

barco Um homem foi chamado à praia para pintar um barco.

Trouxe tinta e pincéis e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer. Enquanto pintava, notou que a tinta estava passando pelo fundo do barco.

Procurou e descobriu que a causa do vazamento era um buraco e o consertou. Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.

No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e lhe entregou um cheque de grande valor. O pintor ficou surpreso e falou:

- O senhor já me pagou pela pintura do barco.

- Mas isto não é pelo trabalho de pintura – falou o homem. É por ter consertado o vazamento do barco.

- Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar – acrescentou o pintor. Certamente o senhor não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!

- Meu caro amigo, você não compreendeu – disse o proprietário do barco. – Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois me lembrei que o barco tinha um furo. Grande foi meu alívio e minha alegria quando os vi retornando, sãos e salvos.

- Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado. Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação…

Se em nossa ação diária fizermos como aquele pintor, certamente o mundo pode ser diferente.

Muitas vezes nos limitamos nossas ações apenas à nossa obrigação.

Fazer o que nos compete, com disposição e zelo, é apenas cumprir um dever. Analise muito bem uma situação e veja se é preciso que você faça algo além do seu dever, um "algo mais", sem que ninguém peça.

Texto devocional: Balada

O amigo Jair Silva me envia mais uma mensagem evangélica para publicação nesse espaço. Agradeço ao amigo pelas textos devocionais, que publico de pronto no The Place:

BALADA
LEITURA BIBLICA
Provérbios 23.22-35

Fuja dos desejos malignos da juventude e siga a justiça,a fé, o amor e a paz com aqueles que, de coração puro, invocam o senhor (2Tm 2.22)

Balada em São Paulo. Night no Rio. Festa no Sul. Em cada lugar do Brasil se da um nome para o tempo me que alguns jovens passam bebendo, fumando, dançando, namorando em um bar ou danceteria. É o que se chama diversão.

Esta mensagem é para você, jovem que curte uma diversão dessas de vez em quando. E para você pai do jovem, que não vê mal nenhum nisso.

Bom, a idéia aqui não é ser moralista nem um ditador de usos e costumes. A idéia é, primeiramente, mostrar que ser “rebelde” e “curtir a noite” não são idéias novas. Lendo os conselhos de Salomão em Provérbios 23, fiquei surpreso de ver que a descrição que ele faz parece ter sido tirada da observação de nossos fins de semana. Gente sem rumo, em busca de prazer passageiro, tentando encontrar na bebida a alegria para chegar ao fim da noite.

Não são novas também as conseqüências para quem escolhe viver assim. E gosto da sinceridade de Salomão. Ele não diz que a sensação é ruim. Ele fala da bebida atraente, que resplandece no copo e “desce redondo”. Mas depois fala de alucinações, tontura, corpo doido. Ele fala com conhecimento de causa e nos recomenda a evitarmos passar por isso.

Sim, é difícil resistir. É difícil não se deixar levar pela pressão e ser diferente. É difícil resistir à curiosidade. E realmente a Bíblia não nos ensina a resistir a tudo isso. Paulo diz a Timóteo que ele tem de fugir desses ambientes, porque ele sabia que tentar resistir é inútil.

Deus se agrada quando fugimos deste tipo de luta. Ele nos da forças para correr mais do que achávamos que éramos capazes. E nos recompensa dando-nos a verdadeira felicidade.

Jesus promete dar “vida abundante”. Isto significa Vida com “V” maiúsculo, que aproveita o que verdadeiramente há de melhor na criação e faz entender que a vida faz sentido.

APROVEITAR A VIDA NÃO É DESTRUÍ-LA.

Texto devocional

O amigo Francisco Jair da Silva (Jair de Feio) enviou-me uma mensagem religiosa que publico aqui no The Place:

Texto – Devocional
O que fazer?
LEITURA BIBLICA
2 Crônicas 20.1-26

Posso todas as coisas naquele que fortalece. (Fp 4.13)

Já ouve alguma situação em que no meio a uma crise você não soube o que fazer?

O texto relata que o rei Josafá enfrentou uma circunstancia que parecia insuperável e nos mostra atitudes que podemos tomar em crises a fim de obter vitória.

1. Ele se pôs a buscar o Senhor devemos fazer isto antes de tomar qualquer atitude. As saídas indicadas por Deus sempre serão as melhores.

2. Trouxe a memória o que Deus fez no passado – volte ao passado e relembre um momento da bondade de Deus em sua vida. Isto o ajudará a jamais esquecer de que “ele é o mesmo, ontem, hoje e eternamente” (Hb 13,8).

3. Falou com Deus sobre a situação – às vezes falamos dos nossos problemas com tantas pessoas, mas não com Deus. Ele gosta de ouvir a nossa voz e responde. Ele prometeu agir quando nos dirigimos a ele e, quando Deus age, chegam a acontecer milagres.

4. Ouviu a voz do Espírito Santo – no momento de crise precisamos parar para ouvir a voz de Deus falando ao nosso coração por meio da circunstância, mas, principalmente, da sua poderosa palavra.

5. Confiou no Senhor e na sua palavra – é necessário desenvolvermos nossa visão espiritual, e uma das formas é optando por crer na Bíblia como palavra de Deus no sentido absoluto e aceitando as palavras proféticas trazidas por homens e mulheres piedosos.

6. Rendeu graças ao Senhor – sem duvidar é fácil louvar quando tudo esta bem ou depois da vitória. O louvor é uma arma espiritual poderosa quando usado para exercitar a fé.

Qual é o problema da sua vida? Qual é o “gigante” ameaçador da sua vida?

Quando você se encontra sem saber o que fazer, lembre-se da história desse grande homem que buscou o Senhor. Você tem um Deus maior do qualquer crise ou problema. Confie no Senhor e ele lutará por você. Jamais se esqueça nas crises de que tudo podemos naquele que nos fortalece.

AS CRISES SÃO OPORTUNIDADES PARA DEUS AGIR EM NOSSAS VIDAS.

Pense nisso…

felicidade 
“Entre o PASSADO, onde estão nossas recordações,
e o FUTURO, onde estão nossas esperanças,
fica o PRESENTE, onde está o nosso dever…”

                     Sucli Pioli Bigucci

Os desejos de Alexandre, o Grande…

O amigo Miguel Neto me enviou uma mensagem, via email, deveras interessante que gostaria de socializar com meus amigos leitores do The Place:

alexgrande Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus três últimos desejos:

1 – que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;

2 – que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas…); e

3 – que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões.

Alexandre explicou:

1 – Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2 – Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3 – Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Então amigos, vivamos mais para a família, para os amigos; somente com sentimentos bons e construtivos, sem magoar as pessoas por não sermos perfeitos, pois todos temos erros e acertos e nos preocupemos com o que realmente importa: SER FELIZ!

Reflexão cristã: Palavras e gestos que ressuscitam

O relato do episódio da ressurreição do filho da viúva de Naim encontra-se somente no Evangelho de Lucas. Tem estreita ligação com o episódio de Elias: ambos tratam da morte do filho único, cuja mãe é viúva. Os filhos únicos representam a garantia de futuro para as famílias. A situação de morte não pode deixar acomodadas as pessoas que servem a Deus.

Nos evangelhos, os sinais de cura e libertação, em sua maior parte, são realizados por Jesus em atendimento à súplica dos necessitados. No caso da viúva de Naim, porém, é Jesus mesmo que toma a iniciativa de ir ao seu encontro. “Seus discípulos e numerosa multidão caminhavam com ele.”

filho da viuva Naim é uma cidade amuralhada. Do seu interior para a porta vem uma procissão, acompanhando o enterro do filho único de uma viúva. “Grande multidão da cidade estava com ela.” Duas procissões em sentido contrário. Encontram-se na “porta da cidade”. Jesus vê a situação em que se encontra aquela mãe e fica comovido, isto é, “ele é movido em suas entranhas”, conforme o verbo grego (splanchnizomai). É o mesmo sentimento de amor e compaixão que leva o samaritano a socorrer a pessoa espancada e abandonada à beira do caminho (10,33); é também o mesmo sentimento que leva o pai do filho pródigo a ir correndo ao seu encontro, acolhê-lo nos braços e beijá-lo (15,20).

Jesus, movido pela compaixão, dirige-se à mulher com palavras de consolação e esperança: “Não chores”. Não são palavras de meras condolências. Ele se aproxima, toca no esquife e pede que o jovem se levante. Percebe-se, aqui também, como na narrativa de Elias, alguns verbos-chave reveladores da metodologia que proporciona a transformação de uma realidade de morte.

As pessoas que testemunham o fato glorificam a Deus, reconhecem Jesus como profeta e exclamam: “Deus visitou o seu povo”. É o eco do cântico de Zacarias, que bendiz a Deus “porque visitou e redimiu o seu povo e suscitou-nos uma força de salvação” (1,68s). Não é por acaso que Lucas situa o féretro vindo da cidade, lugar onde o poder se articula e se organiza. É como um seio que, ao invés de gerar a vida, provoca a morte. Jesus, força de salvação, vem com outro projeto que faz parar essa procissão de gente sem vitalidade. Junto com a vida, também restitui ao jovem a palavra. O povo, assim, é chamado a resgatar o direito à palavra e à vida e tornar-se protagonista de uma nova sociedade.

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