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Alexandre Adames lança o livro “O diário de Adam”
01/06/11
Recebi um convite para lançamento do livro “O Diário de Adam”, do escritor, colega de trabalho e amigo Alexandre Adames.
Não poderia furtar-me a socializar o convite para o evento de divulgação de sua primeira obra literária. Agradeço o convite e desde já confirmo minha presença. Estarei lá com o livro, vou querer a dedicatória!
Desejo muito sucesso ao amigo Alexandre, que é Mestre em Ciências da Computação e Analista de Sistemas da UFERSA.
Publico abaixo o convite e também a resenha do livro, que recomendo a todos os webleitores:
Adam é um jovem ateu que sempre fez más escolhas na sua vida, filho de uma família evangélica tradicional, ele é a ovelha negra. Em dado momento da sua vida ele sofre um acidente de carro e tem um encontro com Deus no hospital.
Este livro nos propõe uma reflexão sobre nossos atos e de que maneira estamos fazendo nossas escolhas. Ele ainda ressalta que as más escolhas que fazemos não são fruto de nossa falta de sabedoria ou inteligência, mas sim de uma falta do relacionamento com Deus.
Veja através dessa narrativa a importância de colocarmos Deus no centro de nossa vida e escolhas.
Prof. Clauder Arcanjo toma posse na Academia Mossoroense de Letras e lança livro
26/05/11
Recebi o convite via email, da posse do Professor Clauder Arcanjo na Academia Mossoroense de Letras (AMOL) e também lançamento de seu livro “Novenário de Espinhos” da Editora Sarau das Letras.
Sendo assim, não poderia deixar de socializar com os amigos:
CONVITE
Segue convite (ver anexo) da minha posse na AMOL e lançamento de Novenário de espinhos (poemas). O evento dar-se-á amanhã, sexta (27/05), nos Jardins da TCM (Mossoró-RN), às 19h.
Conto com a sua presença.
Um forte abraço, e até amanhã!
Clauder Arcanjo.
Minhas férias, minhas leituras e “A Cabana”…
06/02/11
Nessas férias pude dedicar meu tempo a leituras e ver alguns livros que há muito estavam só na minha vontade.
Primeiro terminei de ler “cartas entre amigos”, uma obra prazerosa formada por correspondências trocadas entre dois amigos, o Padre Fábio de Melo e o Educador e agora deputado federal Gabriel Chalita, dois homens sábios e iluminados.
Leitura que pode ser realizada sem muita responsabilidade, que tem que ser feita com calma, devagar mesmo, para poder acompanhar cada uma das palavras mágicas desses dois homens de Deus. Uma verdadeira reflexão sobre nossa vida e tudo que nos aflige.
Um livro excelente, despido de qualquer pretensão religiosa, política ou social, apenas uma conversa aberta e franca entre dois amigos.
Depois li “Jornal Nacional: modo de fazer” do Jornalista William Bonner. Esse livro foi um presente que dei ao meu pai. Socorri-me então a ele para ler esse livro muito bem escrito, de uma importância ímpar para os praticantes e estudiosos do jornalismo.
William Bonner descreve como o Jornal Nacional é produzido de uma maneira objetiva e cativante. Quando se começa a ler o livro, a única vontade que se tem é continuar, não se quer que o livro termine.
Os acontecimentos narrados, como a história é feita no maior telejornal do país. Fatos interessantes, como o dia em que Bonner teria que transmitir o telejornal direto da praça de São Pedro em Roma, quando do ‘vacatio’, a transição entre os papas João Paulo II e Bento XVI, e não conseguiu chegar ao local improvisado para a transmissão por que a polícia local fez um cordão de isolamento, que o impedia de chegar ao estúdio. Ele se valeu de um grupo de freiras brasileiras que estavam esperando o anúncio do novo papa na praça, e se colocou entre elas, que ‘escoltaram-no’ até o prédio onde seria realizada a transmissão ao vivo.
O livro narra a maneira como os editores, jornalistas, câmeras e outros profissionais empreendem essa saga que é o Jornal Nacional. Recomendo a todos!
Finalmente, o terceiro livro que li foi “A cabana”. Um livro magistral que conta uma estória (ou seria história?), uma ficção sobre um homem que aprende o sentido do perdão da maneira mais difícil, quando sua filhinha é brutalmente assassinada.
Quando vi o livro pela primeira vez e o comprei pra presentear Naiana, confesso que só o adquiri por que ele estava no primeiro lugar da lista dos mais lidos tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Comprei por que ele falava sobre Deus, e sabia que Naiana ia agradar-se, mas não tinha nenhuma pretensão quanto a sua leitura.
O livro é uma fábula, um conto sobre acontecimentos na vida de um homem que vê sua vida virar ao avesso depois da trágica morte de sua filhinha. Narra os caminhos percorridos para que Deus toque seu coração, mostrando a ele o poder do perdão.
Não posso adentrar-me em maiores detalhes sobre o livro, não é justo para com vocês. A magia do livro é justamente a descoberta, o ineditismo de seu conteúdo e seu objetivo.
O que posso dizer é que o livro é uma obra maravilhosa, escrita se não por, mas por intermédio de Deus, nosso Papai (quando lerem o livro vão entender o porque do ‘Papai’). “A cabana” é um livro pra ser internalizado, meditado, refletido. Confesso que li muitos outros livros magníficos, mas “A cabana” é singular no que pretende, na forma como foi escrito, na sua intensão para com quem lê.
O livro foi escrito por William Young, um religioso do estado do Óregon, nos Estados Unidos.
Agora eu sei por que um dos críticos do livro escreveu na orelha o seguinte texto sobre “A cabana”:
“Esta história deve ser lida como se fosse uma oração – a melhor forma de oração, cheia de ternura, amor, transparência e surpresas. Se você tiver que escolher apenas um livro de ficção para ler este ano, leia ‘A cabana’. – Michael W. Smith.
Esse livro deve ser lido por todas as pessoas, não importa de que religião seja. É um verdadeiro testemunho (mesmo que em forma de ficcão) de que Deus existe em tudo e de diversas formas, que Ele, nosso ‘Papai’ se manifesta em tudo que é criado, até num livro.
Já chorei de emoção em diversos filmes (sou muito fácil de emocionar-se) mas nunca o tinha feito na leitura de um livro. Ontem á noite, quando sorvi as últimas páginas de “A cabana” não me contive.
Gostaria sinceramente que cada um dos leitores desse espaço vivessem também essa experiência.
Enfim três livros, três maravilhosas experiências que não se tem todos os dias.
Minhas férias foram fantásticas, conheci lugares, histórias e pessoas que significaram muito pra mim, mas tudo que vivi não foi apenas pelo que vi ou ouvi, mas também pelo que li.
Imagens da inauguração da Biblioteca Alice Dias
29/12/10
Recebi do amigo Johnathan Alisson, imagens sobre a cerimônia de inauguração da Biblioteca Alice Dias e lançamento do livro do poeta dix-septiense "Vanzinho", dia 23/12, às 20h00.
O evento aconteceu na Quadra de Esportes Vicente Carlos.
Além da inauguração da Biblioteca foram entregues os 131 certificados do curso de inclusão digital, que aconteceu entre os meses de julho a dezembro deste ano, na Biblioteca Municipal Alice Dias.
As autoridades presentes também entregaram 30 certificados do Projeto Empresa Viva que aconteceu no 2º semestre de 2010 em Parceria com o Sebrae-Mossoró, e 28 certificados do curso de Fitocosméticos que aconteceu no 1º semestre de 2010 também em parcerias com o Sebrae-Mossoró.
Publico abaixo as fotos enviadas:
Secretaria de Cultura inaugura biblioteca
22/12/10
O amigo Johanthan Alisson, Coordenador de Cultura do Município, me enviou convite para Inaguração da Biblioteca Municipal Alice Dias, entrega de certificados dos cursos de inclusão digital, empresa viva, fitocosméticos e lançamento do livro do poeta popular vanzinho.
O evento acontecerá amanhã a noite, e certamente lá estarei.
Segue o convite abaixo:
Lançamento do livro: “A dança dos cromossomos”
19/04/10
Recebi convite para lançamento do livro “A dança dos cromossomos”, enviado pela Potylivros.
Publico abaixo o convite.
A DANÇA DOS CROMOSSOMOS é um livro lúdico que se propõe apresentar conceitos básicos de Genética, discutir questões referentes à inclusão de portadores de deficiências e/ou malformações congênitas e instigar posturas eticamente corretas na Genética quanto à aceitação das diferenças. Afinal, ninguém é culpado de ter nascido desse ou daquele jeito, até porque quando um casal se apaixona, ou se sente atraído sexualmente, nenhum dos parceiros pergunta ao outro como está seu DNA.
Não é muito lembrar que pessoas como Einstein, Newton e Stephen Hawkins tiveram grande sucesso na Ciência mesmo enfrentando dificuldades físicas ou comportamentais. Casos como o de Beethoven, que ficou surdo, e o de Mozart que foi tido como louco, só demonstram que existe muita coisa além do simples julgamento das pessoas, bastando para isso analisar a obra musical legada pelos dois. A capacidade de superação e a luta contra o preconceito, encetados por Owens e Edinanci, demonstram que ocorrem combinações favoráveis entre os tantos encontros casuais dos genes. Quem sabe até, nem tão casuais assim.
Com uma proposta ampla que transcende a simples aquisição de conhecimento, convidamos os estudiosos da Genética e a todas as pessoas que estão, ou precisam estar, socialmente comprometidas com os temas tratados, para uma passeio reflexivo pelos meandros hereditários aqui paginados em prosas e versos. Propositalmente, os poemas são apresentados em sextilhas (estrofes de seis versos ou seis linhas), buscando popularizar a ciência por meio de um estilo muito usado na literatura de cordel.
O autor.
Lançamento do livro “Gestão da Inovação: Introdução e Prática” do Prof. Júlio Rezende
01/03/10
Recebi um convite para o lançamento do livro “Gestão da Inovação: Introdução e Prática”, escrito pelo Prof. Júlio Rezende.
O convite me foi endereçado por email, antes do evento de lançamento, no dia 25/02, no Midway Mall em Natal, mas, infelizmente, só pude abrir hoje, em virtude da porcaria que tá o sinal da ServPro em Dix-sept Rosado.
De qualquer forma, publico aqui no blog, o convite como me foi enviado, tanto pela importância do livro, como pela pessoa que é o amigo Júlio Rezende. Reencontrei-o na UFRN, quando Júlio iniciava mais um semestre de seu doutorado.
Júlio Rezende é Professor Universitário, trabalhamos alguns semestres juntos na Faculdade de Ciências e Tecnologia Mater Christi, no curso de Administração. É um profissional admirável.
Livros escolares caros…
15/02/10
Todo início de ano acontece a mesma peleja. É o corre-corre nas livrarias para comprar material escolar para nossos filhos.
É nesse momento que percebo um verdadeiro roubo, um assalto em plena luz do dia aos nossos bolsos. É inimaginável entender que um livro utilizado por uma criança do pré-escolar, seja vendido pela incrível soma de 80 reais. Um livro em que o autor, insere figuras, palavras cruzadas, imagens para ligar com animais etc., joguinhos de forca, custe mais que um best-seller, que um livro de Dan Brown ou Paulo Coelho. Um livro de Peter Drucker (o guru da administração custa em média 50 reais), uma obra que necessita de tempo pra ser escrita, demanda pesquisa e muitos anos de estudo e dedicação.
Ai, entender que um livro, que qualquer um faz, ser vendido pela bagatela de quase uma centena de reais, é realmente um crime, não há como conceber o contrário. Arthur cursa a primeira série do primeiro grau, e somente a lista de livros que ele vai utilizar custou quase 500 reais.
Stephen Kanitz: Sempre leia o original
03/02/10
Gostaria de compartilhar com os webamigos, um texto fantástico do grande Stephen Kanitz.
Ele fala sobre a importância das bibliotecas (física mesmo, nada de virtual) na nossa vida e sua necessidade na construção de uma sociedade civilizada.
Quando quiserem entender um pouco de gestão de uma forma mais lúdica, acessem http://www.kanitz.com, e leiam o maior escritor sobre administração do país.
Uma greve geral dos professores alguns anos atrás teve uma conseqüência interessante. Reintroduziu, para milhares de estudantes, o valor esquecido das bibliotecas. Os melhores alunos readquiriram uma competência essencial para o mundo moderno – voltaram a aprender sozinhos, como antigamente. Muitos descobriram que alguns professores nem fazem tanta falta assim. Descobriram também que nas bibliotecas estão os livros originais, as obras que seus professores usavam para dar as aulas, os grandes clássicos, os autores que fizeram suas ciências famosas.
Muitos professores se limitam a elaborar resumos malfeitos dos grandes livros. Quantas vezes você já assistiu a uma aula em que o professor parecia estar lendo o material? Seria bem mais motivador e eficiente deixar que os próprios alunos lessem os livros. Os professores serviriam para tirar as dúvidas, que fatalmente surgiriam.
Clauder Arcanjo lança seu livro “Lápis nas veias” em São Paulo
13/01/10
Recebi mais um email do amigo e mestre Clauder Arcanjo com convite para divulgação de lançamento dos livros “Lápis nas veias” – Clauder Arcanjo e, “Incerto Caminhar” – David de Medeiros Leite, que acontecerá no dia 15 de janeiro em São Paulo.
Eis, abaixo o convite:
CONVITE
Lançamentos das obras: ‘Lápis nas veias’, de Clauder Arcanjo; e ‘Incerto Caminhar’, de David de Medeiros Leite, em São Paulo-SP.
O Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP) e a Editora Sarau das Letras convidam V.Sa. para o lançamento das obras: Lápis nas veias (mini-contos), de Clauder Arcanjo; e Incerto Caminhar (poesia), de David de Medeiros Leite.
Data: 15 de janeiro de 2010 (sexta-feira)
Horário: 15:30h
Local: Sede do IHGSP – Rua Benjamin Constant N. 158 – São Paulo/SP.(Ver convite anexo)
Compareça e convide os amigos da literatura.
David Medeiros Leite lança livro ‘Incerto Caminhar’ no Midway Mall, em Natal
07/01/10
Recebi email do Professor e Poeta Clauder Arcanjo, com convite em anexo, solicitando divulgação.
Isso posto, dou publicidade ao convite do grande mestre Clauder.
CONVITE
A Livraria Siciliano e a Editora Sarau das Letras convidam para o lançamento do livro de poemas ‘Incerto Caminhar‘, do escritor David de Medeiros Leite.
O lançamento dar-se-á nesta sexta-feira, 8 de janeiro de 2010, às 19h, na Livraria Siciliano, do Midway Mall, em Natal-RN.
Favor repassar para todos os amigos.
Antecipadamente grato,Clauder Arcanjo
Editora Sarau das Letras.
Clauder Arcanjo foi um dos melhores professores que tive o prazer de compartilhar uma sala de aula na minha vida escolar. Com uma inteligência e sabedoria inigualáveis pela academia da UERN, conseguia emplacar qualquer assunto relativo a administração com muitos poemas e poesias, principalmente as de Fernando Pessoa.
Rendo daqui, minhas sinceras e humildes homenagens a esse grande mestre (mestre no sentido lato, literal mesmo). Acho que Clauder ainda é especialista, mas ainda não consegui ver nenhum mestre ou doutor usar com tanta desenvoltura e maestria a alcunha de professor, nenhum apresentou-se de forma tão marcante e capaz de a seus alunos, unir conhecimento ao ensino como esse cearense de Santana do Acaraú.
Gostaria de agradecer o convite ao Mestre Clauder, e dizer-lhe do quanto admiro seu trabalho e a sua pessoa.
Feira do Livro, um oásis de cultura e conhecimento na terra de Mossoró
07/08/09
Por se tratar de um evento relevante e que julgo de importância vital para a educação de Mossoró e região, vou acrescentar aqui no The Place, um logo com link para o sítio da 5ª Feira do Livro de Mossoró, que acontece desde o dia 04 de agosto de 2009, na Estação da Artes.
Em 5 movimentados dias de palestras, exposições de editoras, bate-papos, discussões e oficinas sobre literatura, apresentações artísticas, a Feira do Livro reúne alunos de mais de 200 escolas da rede pública e privada de Mossoró e região. O público esperado para o evento é de 35 mil visitantes.
Estive vendo o site oficial da Feira do Livro e também alguns blogs de amigos que versam sobre o assunto. Sugiro a leitura de um texto publicado no blog “Terra do Nunca”, do amigo Charles Miller, em que ele retrata uma fala do escritor Ariano Suassuna, sobre o ‘novo forró’. É brilhante. Clique aqui e leia o post. O escritor paraibano Ariano Suassuna (autor de ‘o auto da compadecida’ e a ‘pedra do reino’) falou ao público do evento ontem à noite.
Felizmente a Feira do Livro se configura cada dia mais, como um evento fixo e que destoa de muitas atividades considerada culturais e artísticas de Mossoró.
Certamente uma boa pedida para encontrar e conversar com gente inteligente e culta, atrações de nível, livros em ofertas e lançamentos (inclusive a nível nacional), como ocorreu com a obra ‘O filho da revolução’, escrita pelo jornalista Carlos Marcelo, e que retrata a biografia do grande poeta e cantor Renato Russo.
Eficácia, eficiência e efetividade
03/07/09
Acabei de receber o livro “O homem que queria salvar o mundo”, que solicitei no dia 29/06/2009, às 13h40.
O pedido foi feito no site das Americanas, e pago via cartão de crédito. Às 14h44 do mesmo dia, o pagamento já havia sido confirmado pela administradora do meu cartão, e apenas 11 minutos depois, às 14h55 o livro já estava pronto para envio à minha residência. O produto acabou de chegar às minhas mãos.
Detalhe, a previsão de entrega do produto, era para o dia 09/07/2009, isso é, 10 dias após o pedido. O livro levou, do dia que fiz a compra até hoje, 4 dias para que o recebesse.
Já passei mais de 25 dias para receber um celular da loja online Submarino, e fazendo a comparação entre as duas lojas lembrei de três conceitos largamente utilizados, principalmente no meio acadêmico dos cursos de gestão, e às vezes pouco entendidos.
Ao sentir a necessidade de comprar aquele determinado livro, fiz o pedido nas lojas Americanas. De acordo com nossa negociação a loja me prometeu entregar o livro, no prazo estabelecido de 10 dias após a compra no site.
Ao me entregar o livro dentro do prazo (não importando o tempo, desde que dentro do prazo), as Americanas foram eficazes, pois cumpriu apenas com o que prometeu: entregar o livro em minha casa, até o dia 09/07/2009. Assim elas foram EFICAZES, cumpriram com o que prometeram e satisfizeram o seu cliente.
Ao minimizar o máximo possível o tempo de entrega do produto, as Americanas além de satisfazer o cliente, encantaram-no, entregando o produto em menos da metade do tempo estipulado para receber o produto em sua casa.
Para exemplificar o que seja EFICIÊNCIA, sempre que compro qualquer produto no Submarino, Siciliano ou Shoptime (isso realmente acontece), o tempo de entrega é quase, ou igual, ao estipulado para que eu receba qualquer pedido em minha casa. Assim, essas lojas são eficazes, comprem com o que prometem, mas não são eficientes, pois não há minimização de recursos (nesse nosso caso, o tempo). Nessas lojas, as entregas sempre são assim.
Nas Americanas, quando sempre realizam a entrega no prazo estipulado (são eficazes), e sempre conseguem exceder as expectativas dos clientes, com prazos mínimos de entregas (são eficientes), elas se tornam EFETIVAS. Efetivas por fazer o que prometeram, minimizar o máximo possível os recursos, com regularidade.
No final desse post, não podia deixar de parabenizar os correios, que sem os seus ótimos serviços, nenhuma loja online poderia vender e entregar produtos com o preço, qualidade e tempo de entrega que o fazem. Nem poderia também deixar de agradecer ao amigo Reginaldo Oliveira, que me fez a gentileza de fazer sua última entrega hoje (ele está passando o serviço, pois está em período de férias), fazendo com que eu recebesse meu livro agora pela manhã. Muito obrigado!
Diferença de preços
30/06/09
Sobre o livro “O homem que queria salvar o mundo”, da escritora Samantha Power, que falei em post anterior, fiz uma pequena pesquisa de preços nas livrarias de Mossoró e em outras lojas online.
Encontrei o livro no Submarino por R$ 46,90, como já havia dito. Comecei a verificar nas livrarias de Mossoró e tive a ingrata surpresa de constatar os seguintes preços: R$ 59,90 na Potylivros e R$ 59,00 na livraria Siciliano do West Shopping.
Continuei a cata de melhores preços e encontrei a mesma obra no site das Americanas por R$ 37,90, acrescidos de R$ 3,50 de frete, consegui adquirir o livro por R$ 41,40.
É incrível como se pode encontrar produtos iguais com uma diferença tão brutal de preços. A cada dia, tenho mais certeza que não vale a pena comprar livros em Mossoró, e que o comércio online já suplantou há muito, as lojas fisicamente reais.
Post script: Só para ilustrar, o livro é uma biografia do diplomata brasileiro Sérgio Vieira de Mello, vitimado em um ataque terrorista no Iraque em 2003, e escrevi sobre ele no post do dia 27/06/2009.
O homem que queria salvar o mundo
27/06/09
Ainda há quem diga que o orkut é um site voltado pra aborrescentes.
Há muito participava da comunidade que homenageia o diplomata brasileiro Sérgio Vieira de Mello, e diante da dificuldade de encontrar alguma biografia sobre o homem do mundo que ele foi, postei uma mensagem, pedindo ajuda aos outros participantes.
Eis que recebi uma mensagem com uma excelente notícia. A biografia do brasileiro escrita pela professora de Harvard, Samantha Power, intitulada Chasing the Flame (algo como: ‘perseguindo a chama’), foi finalmente disponibilizada na nossa língua pátrea. Aqui recebeu o excelente título: O homem que queria salvar o mundo.
O livro foi publicado pela Cia das Letras e está disponível para venda no Submarino, por uma verdadeira ninharia face a importância da obra: R$ 46,90. Clique aqui e veja a página do livro no Submarino.
Caso não consiga achar o livro em alguma das livrarias de Mossoró, na segunda-feira mesmo vou realizar o pedido pelo Submarino. Se vocês forem ousados e quiserem conhecer um exemplo de vida, a história de um homem que dedicou (integralmente e literalmente) sua vida, em prol da paz, liberdade e igualdade entre os povos, metam a mão no bolso e adquiram também o livro. Conheçam de fato um brasileiro que orgulha o mundo por seu trabalho realizado como Alto Comissário das Nações Unidas.
Sérgio Vieira morreu em 19 de agosto de 2003, por ocasião de um ataque terrorista à sede local das Organizações das Nações Unidas no Iraque, quando tinha sido indicado pelo Secretário Geral da ONU, Kofi Annan para chefiar as ações de restruturação do país, depois da invasão americana. Ele certamente seria o sucessor de Annan na ONU.
Vou parar o post aqui. Utópico que sou e fã inveterado do diplomata, sempre me emociono quando leio algo ou falo sobre Sérgio Vieira de Mello. Sou meio suspeito para falar sobre ele, mas gostaria de deixar para os webamigos, o teaser (descrição) do livro realizada pelo Submarino:
Sergio Vieira de Mello foi um dos mais corajosos e carismáticos diplomatas de sua geração. Carioca, viu-se obrigado a viver fora do país a partir dos dezessete anos de idade, quando seu pai, também diplomata, foi punido pelo regime militar brasileiro. Muito jovem, tornou-se funcionário da Organização das Nações Unidas, com cujos ideais sempre teve grande afinidade. Diferentemente da maioria de seus colegas com formação universitária e aspirações intelectuais, preferia ir ao campo de ação em vez de exercer cargos burocráticos em Nova York. Em situações especialmente dramáticas – como a de Ruanda, que terminou em uma das mais graves crises humanitárias do século XX, e a do Timor Leste, que culminou em bem-sucedida transição para a independência -, Vieira de Mello conseguiu contrabalançar seus princípios juvenis, moldados nas ruas de Paris em maio de 1968, com os da política e das relações internacionais.
Esse fascinante personagem, já descrito como uma mistura de James Bond com Bobby Kennedy, é analisado a fundo nesta biografia de Samantha Power, outra jovem figura da mais alta relevância na teoria e prática da política internacional. Sem abandonar o espírito crítico, Power descreve a vida de Vieira de Mello em detalhes e com inegável simpatia, mostrando como a experiência do diplomata nos massacres da Bósnia e de Ruanda alteraram sua visão de mundo. A partir deles, ele, que achava possível transformar situações difíceis à base quase exclusivamente do poder das idéias, passou a considerar também essencial, no limite, o uso de força militar para impor a paz. Foi dessa maneira que Vieira de Mello assumiu a difícil posição de chefe da missão da ONU no Iraque após a invasão americana, num momento em que o governo dos Estados Unidos e seus representantes em Bagdá ainda consideravam a ONU mais um empecilho do que um aliado (depois, com o fracasso incontestável das políticas de ocupação, essa atitude mudaria radicalmente). Vieira de Mello não teve muito tempo para reverter a situação. Em 19 de agosto de 2003, um atentado suicida destruiu parte do quartel-general da ONU em Bagdá, e ele foi uma das suas vítimas fatais. Sua história, no entanto, permanece como ponto fundamental no debate sobre o futuro da ONU e das relações internacionais.





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