Reflexão

Reflexão cristã: 30° Domingo do Tempo Comum

.30º Domingo do Tempo Comum
Evangelho: (Lc 18, 9-14)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas:

Jesus contou também a seguinte parábola para alguns que confiavam em si mesmos, tendo-se por justos, e desprezavam os outros: “Dois homens subiram ao Templo para orar; um era fariseu, o outro, um cobrador de impostos.

O fariseu rezava, de pé, desta maneira: ‘Ó meu Deus, eu te agradeço por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos, adúlteros, nem mesmo como este cobrador de impostos. Jejuo duas vezes por semana, pago o dízimo de tudo que possuo’.

Mas o cobrador de impostos, parado à distância, nem se atrevia a levantar os olhos para o céu. Batia no peito, dizendo: ‘Ó meu Deus, tem piedade de mim, pecador!’ Eu vos digo: Este voltou justificado para casa e não aquele. Porque todo aquele que se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado”.

COMENTÁRIO
Neste domingo, comemoramos também o Dia Mundial das Missões. Todo cristão, independentemente de sua idade, é um missionário. Todos somos chamados a evangelizar.

orarNo domingo passado, através da parábola da viúva e do juiz injusto, Jesus valorizou oração. Quis mostrar-nos o valor de se rezar sempre, rezar muito e sem esmorecer. No evangelho de hoje, Jesus não fala mais em quantidade de oração, mas sim, na qualidade da oração. Ensina o modo certo de rezar.

O Fariseu era o nome dado ao membro de um partido entre os judeus. Louvava-se por respeitar a lei, em seus mínimos detalhes. Pagava dízimo, até mesmo, de coisas que não eram exigidas. No entanto, observava os mandamentos apenas para se mostrar perante a sociedade. Não agia com humildade, era orgulhoso e arrogante.

A humildade é algo que devemos ter conosco. A oração deve ser a manifestação das nossas. O reconhecimento das nossas culpas e o desejo de não mais errar nos torna fortes para caminhar, nos justifica perante Deus. A oração humilde nos aproxima do Pai.

Por tudo isso, hoje, vamos pedir a Deus que nos dê a humildade do Publicano para que possamos perceber nossa fraqueza e como somos pequenos sem DEUS.

Reflita…

Recebi um e-mail da amiga e ex-aluna Jessica Barthira, com o texto de uma nova campanha publicitária do Citibank, realizada através de outdoors, na cidade de São Paulo. Não sei precisar a veracidade do conteúdo do email, mas a mensagem é muito bacana, principalmente vindo de uma empresa onde o dinheiro é seu core-business (principal objetivo e razão de ser):

amigos-121 “Crie filhos em vez de herdeiros.”

“Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete.”

“Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela.”

“Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama.”

“Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas.”

“Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?”

“Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos.”

“Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas…”

“…e quem sabe assim você seja promovido a melhor (amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!”

“Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos.”

E para terminar, mensagem afixada na parede de uma farmácia: “Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço.”

Reflexão sobre o tempo

Acessando os blogs que leio na internet, achei um post bem interessante no Qualiblog (http://qualiblog.wordpress.com), tratando sobre o tempo.

Gostaria de compartilhar essa reflexão com os webamigos:

Reflexão sobre o tempo

Você já parou para pensar que existe um carrasco chamado tempo? Ele é algoz, desumano, cruel e definitivo.

Estive refletindo a respeito de como usamos o tempo, e no número de vezes que repetimos a frase “não tenho tempo”. Mas a pergunta chave não é “quando terei mais tempo” e sim “quanto tempo mais terei”.

Deixamos projetos pessoais de lado: “Casar, só daqui a uns três anos”, “Não queremos filhos agora”, “Não vou fazer faculdade neste ano”. É claro que a vida precisa de planejamento, mas será que dará tempo de concluir esses projetos?

Negligenciamos o tempo com relação à saúde. Deixamos para ir ao médico apenas quando a manutenção é corretiva, para a preventiva damos pouca importância. Marcamos o check-up para as férias, a dieta para depois do feriado, a caminhada para segunda. Mas será que nossas engrenagens vão esperar?

E a dificuldade que temos em nos reconciliar? Seja com um familiar, amigo ou colega de trabalho que por ventura tenha nos magoado. Às vezes carregamos uma mágoa por tantos anos que no final, nem sabemos mais como a briga começou. Será que teremos tempo pra dizer tudo o que precisa ser dito?

Quantas viagens ficaram para o próximo ano? Aquelas férias maravilhosas, a visita aos parentes de longe que sempre prometemos, mas nunca vamos. A viagem dos sonhos, conhecer a neve, um cruzeiro.

E as roupas e perfumes que compramos para uma ocasião especial? Algumas dessas coisas guardamos por tanto tempo que quando percebemos, nem nos servem mais, saíram de moda ou não fazem mais nosso estilo. E os presentes que ganhamos e nunca abrimos?

Vejo também pessoas que protelam compromissos, sejam reuniões, pagamentos de dívidas, reclamações de consumidor, trocas, devoluções, arquivos. Postergam tanto que a ação perde até o sentido. As datas expiram, o prazo acaba e o conformismo vem.

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A criança e o mendigo…

Gostaria de socializar uma mensagem, que considerei belíssima, e que mesmo podendo não ser real, traz uma reflexão de como somos, e em que (diariamente) nos tornamos.

A mensagem não me veio por email, como spam, vi numa página da net, e gostando muito dela, resolvi compartilhá-la.

Como o texto é longo, vou dividir a postagem, e para ler até o final, clique no botão ‘MAIS >’ no final da mensagem.

A CRIANÇA E O MENDIGO

Éramos a única família no restaurante com uma criança.

Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranquilos, comendo e conversando.

De repente, Daniel gritou animado, dizendo: ‘Olá, amigo!’, batendo na mesa com suas mãozinhas gordas. Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes. Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo.

Eu olhei em volta e vi a razão de seu contentamento.

mendigo Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros, sujo, engordurado e rasgado. Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, sapatos. Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo. Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.

Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal. Suas mãos começaram a se mexer para saudar…

‘Olá, neném. Como está você?’, disse o homem a Daniel.

Minha esposa e eu nos olhamos: ‘Que faremos?’.

Daniel continuou rindo e respondeu, ‘Olá, olá, amigo’.

Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo. O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.

Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê. Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático. Obviamente, ele estava bêbado.

Minha esposa e eu estávamos envergonhados. Comemos em silêncio, menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.

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Para refletir: A marca de amor

Recebi um email do amigo Manoel Filho, com uma reflexão bem interessante e que gostaria de socializar com todos vocês.

Vale a pena, ir até o final da leitura!

A Marca de Amor

menino-andarilho Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.

Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.
A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:
Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.

O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição:
Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ. A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:

- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:
- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade…

A turma estava em silencio atenta a tudo.

O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala.

-… Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente… Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.

Só que quando minha mãe tentou entrar na  casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:
- " Minha filhinha está lá dentro!" Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha…

Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar.

Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito… Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto…

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada então o menino continuou:
Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.

Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.

Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZES.

Não falo da CICATRIZ visível mas das cicatrizes que não se vêem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações.

Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça. Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, pulou em cima da gente, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES.

Essas também são marcas de AMOR.
Jesus te ama, não por quem você é,
mas sim pelo que você é,
e para Jesus você é a pessoa mais importante deste mundo.

Nunca se esqueça disso!

Para refletir: O professor está sempre errado

Recebi uma mensagem bem legal do amigo Cleiton Fernandes, colega de turma do seminário Empretec. Ele sempre me envia emails bem irreverentes, no mínimo interessantes.

Esse em específico, gostaria de socializar aqui no blog, para reflexão com os webamigos:

O professor está sempre errado

professor_usabilidoido

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!

É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.

Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia’.

Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.

Não falta ao colégio, é um ‘caxias’.
Precisa faltar, é um ‘turista’.

Conversa com os outros professores, está ‘malhando’ os alunos.
Não conversa, é um desligado.

Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.

Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.

A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.

Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.

Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a ‘língua’ do aluno, não tem vocabulário.

Exige, é rude.
Elogia, é debochado.

O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu ‘mole’.

É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

Para refletir: É preciso ir além da obrigação…

Recebi há alguns minutos, uma mensagem bem interessante, enviada pelo amigo Miguel Neto.

O texto traz uma situação vivida que nos permite refletir de forma bem profunda sobre a pessoa que nós devemos ser nas nossas atividades diárias, e também, a forma como devemos nos comportar sempre.

O texto fala sobre ética e responsabilidade, de agirmos além do que nos é pedido, de fazermos o que podemos, mesmo um pouco mais do que nos é pago para realizar.

Agradeço ao amigo Miguel pelo envio da reflexão e convido os leitores desse espaço para analisar o texto:

barco Um homem foi chamado à praia para pintar um barco.

Trouxe tinta e pincéis e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer. Enquanto pintava, notou que a tinta estava passando pelo fundo do barco.

Procurou e descobriu que a causa do vazamento era um buraco e o consertou. Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.

No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e lhe entregou um cheque de grande valor. O pintor ficou surpreso e falou:

- O senhor já me pagou pela pintura do barco.

- Mas isto não é pelo trabalho de pintura – falou o homem. É por ter consertado o vazamento do barco.

- Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar – acrescentou o pintor. Certamente o senhor não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!

- Meu caro amigo, você não compreendeu – disse o proprietário do barco. – Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois me lembrei que o barco tinha um furo. Grande foi meu alívio e minha alegria quando os vi retornando, sãos e salvos.

- Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado. Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação…

Se em nossa ação diária fizermos como aquele pintor, certamente o mundo pode ser diferente.

Muitas vezes nos limitamos nossas ações apenas à nossa obrigação.

Fazer o que nos compete, com disposição e zelo, é apenas cumprir um dever. Analise muito bem uma situação e veja se é preciso que você faça algo além do seu dever, um "algo mais", sem que ninguém peça.

Pense nisso…

felicidade 
“Entre o PASSADO, onde estão nossas recordações,
e o FUTURO, onde estão nossas esperanças,
fica o PRESENTE, onde está o nosso dever…”

                     Sucli Pioli Bigucci

Os desejos de Alexandre, o Grande…

O amigo Miguel Neto me enviou uma mensagem, via email, deveras interessante que gostaria de socializar com meus amigos leitores do The Place:

alexgrande Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus três últimos desejos:

1 – que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;

2 – que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas…); e

3 – que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões.

Alexandre explicou:

1 – Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2 – Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3 – Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Então amigos, vivamos mais para a família, para os amigos; somente com sentimentos bons e construtivos, sem magoar as pessoas por não sermos perfeitos, pois todos temos erros e acertos e nos preocupemos com o que realmente importa: SER FELIZ!

Reflexão Cristã: Homilia do Santo Padre João Paulo II

Domingo, 19 de Maio de 2002, sobre Pentecostes.

papa-joao-paulo-ii 1. “Ouvimo-los anunciar nas nossas línguas as maravilhas de Deus” (Act 2, 11)!

Assim exclama, no dia de Pentecostes, a multidão de peregrinos de “todas as nações que há debaixo do céu” (v. 5), ouvindo a pregação dos Apóstolos.

Também nós somos invadidos pela mesma admiração, ao contemplar os grandes prodígios realizados por Deus na existência dos cinco novos Santos, elevados às honras dos altares precisamente no dia do Pentecostes; Afonso de Orozco, presbítero, da Ordem de Santo Agostinho; Inácio de Santhià, presbítero, da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos; Umile de Bisignano, religioso, da Ordem dos Frades Menores; Paulina do Coração Agonizante de Jesus, virgem, fundadora da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição; Benedita Cambiagio Frassinello, religiosa, fundadora do Instituto das Irmãs Beneditinas da Providência.

Eles percorreram os caminhos do mundo anunciando e testemunhando Cristo com a palavra e com a vida. Por isso se tornaram sinais eloquentes do Pentecostes perene da Igreja.

2. “Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados” (Jo 20, 22-23). Com estas palavras o Ressuscitado transmite aos Apóstolos o dom do Espírito e com ele, o poder divino de perdoar os pecados. A missão de perdoar as culpas e de acompanhar os homens pelos caminhos da perfeição evangélica foi vivida, de modo particular, pelo sacerdote capuchinho Inácio de Santhià, que por amor de Cristo e para progredir mais rapidamente na perfeição evangélica se encaminhou seguindo as pegadas do Pobrezinho de Assis.

Inácio de Santhià foi pai, confessor, conselheiro e mestre de muitos sacerdotes, religiosos e leigos que no Piemonte do seu tempo recorriam à sua orientação sábia e iluminada. Ele continua ainda hoje a recordar todos os valores da pobreza, da simplicidade e da autenticidade de vida.

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Para refletir: Gandhi…

gandhi
Mahatma Gandhi

"Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos.

A Consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora.

Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.

A capacidade de escolher novos rumos.

Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável:
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.

E, quando tudo mais faltasse, deixaria um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída"

Reflexão Cristã: 5º Domingo da Páscoa

Mês de maio dedicado a Nossa Senhora.
Somos uma congregação particularmente mariana: para nós, a Mãe de Jesus é a “Boa Mãe”, o “Recurso habitual”, “Aquela que tudo fez entre nós!” O documento do XXI Capítulo geral no-lo afirma copiosamente e pede-nos de ritmar nossa missão com o passo rápido de Maria, em sua visitação: a primeira de todas as missões cristãs.

rainha_paz

Neste caráter marial que é o nosso, temos nossas tradições, como esta do mês de maio que, entre nós, tem sua origem no Fundador. Em muitos países, ela constitui um momento forte da presença de Maria em nossa vida de Irmãos, de leigos maristas e de educadores: momento de educação especial para nossos jovens para que conheçam e amem a Mãe do Senhor. Neste ano, ao longo deste mês, 33 reflexões mariais vão ser propostas. Iniciando no dia 30 de abril, vão acompanhar-nos em todos os dias do mês de maio para terminar no dia primeiro de junho.

As reflexões, sobretudo inspiradas nos Evangelhos, acompanham os diversos momentos da presença de Maria nas Escrituras. Referem-se também ao fenômeno marial na Igreja católica, à devoção à mãe de Jesus, aos santuários dedicados a Maria, ao rosário, à Imaculada e à Assunção. Frequentemente, essas reflexões estendem a mão à Igreja ortodoxa, às vezes, às Igrejas da Reforma. Maria é apresentada como a mãe que realiza a união de todos aqueles que creem em seu Filho e multiplicam o louvor ao Filho.

Em geral, os textos se dirigem a adultos, a pessoas com alguma cultura marial. Não foram escritos para serem simplesmente lidos para crianças e jovens. Precisam ser meditados e explicados por um adulto: catequista, educador, pai, alguém que conhece a sensibilidade de seus alunos e põe os textos no nível dos jovens e crianças. A criatividade pode transformá-los em power-points, manter uma ou duas frases escritas no quadro, durante o dia, ou ainda convidar as crianças e os jovens a comporem breves orações ou poesias em louvor à Mãe de Jesus, a partir do que lhes foi explicado. É isso que é sugerido no fim de cada reflexão.

Quero partilhar a grande alegria que tive em celebrar a abertura do mês de maio na cidade Major Sales, momento muito forte de oração e louvor ao Deus Uno e Trino.

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Para refletir: Madre Tereza de Calcutá

madreteresa

A vida é beleza: admire-a
A vida é uma oportunidade: aproveite-a
A vida é bem-aventurança: experimente-a.
A vida é um sonho: faça dele uma realidade
A vida é um desafio: enfrente-o
A vida é um compromisso: cumpra-o
A vida é um jogo: dispute-o
A vida é preciosa: cuide dela com desvelo
A vida é uma riqueza: conserve-a
A vida é amor: doe-a
A vida é um mistério: descubra-o
A vida é compromisso: cumpra-o
A vida é tristeza: supere-a
A vida é um hino: cante-o
A vida é uma luta: aceite-a
A vida é uma aventura: arrisque-a
A vida é felicidade: mereça-a
A vida é a vida: defenda-a

Madre Teresa de Calcutá

Reflexão sobre a vida e o dia da mentira…

Num 1º de abril (dia da mentira), abro a primeira postagem do dia com uma bonita mensagem em vídeo, atribuída ao escritor argentino Jorge Luis Borges, com uma reflexão bem interessante sobre a vida.

 

Mentiras… mentiras e mentiras… Não agüento isso!!!
Hoje pela manhã, ao abrir o TweetDeck, o programa que uso para gerenciar minhas mensagens do Twitter, li umas notícias que davam conta que o LHC, o acelerador de partículas que o Centro Europeu de Física montou para estudar o Big Bang, teria criado um buraco negro, e que em seis meses ‘engoliria’ a terra. Bom, era pra ser encarado como um fake (mentira) mesmo, mas, a notícia vinha do perfil de Stephen Kanitz… E eu, que desde que essa ‘geringonça’ foi montada, temo pelo nosso planetinha???

Depois de procurar algo sobre, no Uol, na Folha Online e no G1, desviei a vista pro calendário e me dei conta da fatídica data. Acho que pra tudo tem limite!!! Besteirol esse de ficar soltando mentiras num dia de abril.

Afora as mentiras do dia primeiro de abril, e as mentiras que rolam soltas todos os dias santos do ano, iniciamos mais um mês do ano de 2010 da era do Nosso Senhor Jesus Cristo. Assim sendo, cuidado com os fakes de hoje!!!

Para refletir…

gestao_da_mudanca
Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas …
Que já têm a forma do nosso corpo …
E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos
mesmos lugares …
É o tempo da travessia …
E se não ousarmos fazê-la …
Teremos ficado … para sempre …
À margem de nós mesmos…

Fernando Pessoa

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