Para refletir: É preciso ir além da obrigação…
Recebi há alguns minutos, uma mensagem bem interessante, enviada pelo amigo Miguel Neto.
O texto traz uma situação vivida que nos permite refletir de forma bem profunda sobre a pessoa que nós devemos ser nas nossas atividades diárias, e também, a forma como devemos nos comportar sempre.
O texto fala sobre ética e responsabilidade, de agirmos além do que nos é pedido, de fazermos o que podemos, mesmo um pouco mais do que nos é pago para realizar.
Agradeço ao amigo Miguel pelo envio da reflexão e convido os leitores desse espaço para analisar o texto:
Um homem foi chamado à praia para pintar um barco.
Trouxe tinta e pincéis e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer. Enquanto pintava, notou que a tinta estava passando pelo fundo do barco.
Procurou e descobriu que a causa do vazamento era um buraco e o consertou. Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e lhe entregou um cheque de grande valor. O pintor ficou surpreso e falou:
- O senhor já me pagou pela pintura do barco.
- Mas isto não é pelo trabalho de pintura – falou o homem. É por ter consertado o vazamento do barco.
- Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar – acrescentou o pintor. Certamente o senhor não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
- Meu caro amigo, você não compreendeu – disse o proprietário do barco. – Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois me lembrei que o barco tinha um furo. Grande foi meu alívio e minha alegria quando os vi retornando, sãos e salvos.
- Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado. Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação…
Se em nossa ação diária fizermos como aquele pintor, certamente o mundo pode ser diferente.
Muitas vezes nos limitamos nossas ações apenas à nossa obrigação.
Fazer o que nos compete, com disposição e zelo, é apenas cumprir um dever. Analise muito bem uma situação e veja se é preciso que você faça algo além do seu dever, um "algo mais", sem que ninguém peça.





