Gostaria de parabenizar a atitude do Secretário de Juventude, Esporte e Cultura, José Emídio, em sinalizar o largo da estação, com indicações de distâncias percorridas, ajudando quem utiliza aquele espaço para a prática de caminhadas. É importante manter um local propício a esse tipo de atividade, dotá-lo da melhor infra-estrutura possível, por se tratar de um espaço comum, onde muitas pessoas freqüentam-no buscando saúde e qualidade de vida.

Já são muitos os caminhantes no largo. Acho até que poderia se instituir um horário para que as lâmpadas fossem apagadas (e assim passasse mais tempo acesas), para melhorar as condições das caminhadas noturnas. Outra situação que se podia ser realizada era a compactação de espaços (no largo da estação) que ainda apresentam perigo para quem ali caminha, pois não estão nivelados com o restante do asfalto. Por fim, há que se criar uma forma (nem que seja a força) para impedir que motos e até carros, dividam aquele espaço com as pessoas.

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Dix-sept Rosado ainda carece de uma área comum que se possa adotar como área de prática de esportes. Uma pista longa, sinalizada e arborizada para nossos cidadãos caminharem, uma ciclovia, e um espaço para crianças e idosos.

Cheguei a por os olhos num projeto ambicioso, à época da administração Gilberto Martins, que transformava toda a extensão da linha ferroviária urbana (no quarteirão do Banco do Brasil até o final da rua Josué Dias), num corredor com duas quadras de vôley de praia e uma de beachsoccer (teladas, com arquibancadas, vestiário com chuveiros e iluminação), pista de skate, equipamentos de ginástica, ciclovia, espaço para caminhada e um oratório (espaço para apresentações culturais). Era uma obra com um orçamento que não cabia nas condições do município à época, mas que com um pouco de entendimento poderia unir estado ou Governo Federal para consecução dos recursos totais e viabilizar o projeto.

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Acho que são as ações que melhorem a vida das pessoas, projetos que visem à prevenção de doenças e que tirem nossos jovens da possibilidade da marginalidade e da ociosidade, que devem receber total e irrestrita atenção de nossas autoridades constituídas. Precisamos também, exigir essa atenção, participando nossos interesses ao poder público a agindo como agentes sociais participativos criticando, sugerindo e quando for o caso auxiliando na execução das ações. Pelo menos, é isso que entendo ser correto!