Veículo público é lavado no leito do rio
Quando da missa de corpo presente de Jeunes França, hoje pela manhã na Igreja Matriz, pude observar uma cena que me deixou preocupado. De posse do meu celular pude fotografar o trator do Município e o veículo reboque que transporta a carne do abatedouro até o mercado publico, sendo lavado diretamente no rio.
A situação é por demais preocupante. Primeiro por que existe uma lei que proíbe a lavagem de veículos no leito do rio; segundo por que se trata de um transporte que tem contato com restos e sangue de animais abatidos; e, terceiro, por se tratar de um veículo público, sendo guiado, por um funcionário da municipalidade.
Conversei sobre o fato com Sandoval Olegário, Secretário de Meio Ambiente do município, que prometeu informar a situação ao Secretário de Obras, Jessé Macêdo, e assim fazer com que o veículo seja lavado em local apropriado.
Sandoval ainda prometeu colocar um aviso (placa) de advertência na descida do rio, para alertar da proibição da lavagem de veículos.






há 2 anos atrás
A lei que proíbe a lavagem de veículos no leito do rio, se me recordo foi na gestão de Chico Carlos, (in memoriam), e foi muito criticado quando da foi divulgada. Infelizmente, caro Wilton jr., realmente é um péssimo exemplo um transporte público passando por cima da legislação municipal, mas, a verdade é que não é só lavagem de carros que acontecem no nosso Rio, também observarmos constantemente restolhos cal, lenhas, entre outros. Quanto a iniciativa da Secretário de Meio Ambiente, lembro que carros não são lavados só no Beco da Igreja, como é conhecido esse acesso, tem também o acesso à ponte que liga a Sede do município a Comunidade de Pedrinhas , e na Pedra de João Morais, que fica na Comunidade de Gangorrinha. Vale salientar que, as placas de aviso por se só, não são sufucientes para coibir a prática em questão, se é Lei Municipal, tem que ser cumprida, ou será que essa lei ficará apenas na gaveta???
há 2 anos atrás
Concordo com você, caro George…
O problema ambiental é sério e premente demais para ser esquecido ou relegado a segundo plano. Não precisamos só de leis. Precisamos de medidas drásticas, de ações combativas.
Todo mundo sabe que o povo só se educa através de medidas punitivas. Não há conscientização rápida. Precisamos de multas para infratores, precisamos da força da lei e da justiça para ações contra o meio ambiente.
Um gde abraço… valeu pela interação!!!
há 2 anos atrás
O que impera aqui, por vício e mal costume, é a questão politica.
_ Não pode multar fulano! É nosso!
_ Não mande as faltas de fulaninha, é irmão do vereador tal.
A máquina fica engessada, esse povim continua mal acostumado e quem mais perde com isso é o cidadão.
E confirma-se a velha imagem de um serviço público que não funciona
há 2 anos atrás
A culpa é de Adail e Anax
há 2 anos atrás
“por vício e mal costume”
São culpados, sim senhora!
foram os responsáveis pelo retrocesso em nossa cidade.
pelo atraso, pela falta de ação e pela forma imoral com que admisnitraram nossos recusrso humanos e materiais.